sábado, 27 de setembro de 2008

Reprogramação da Mente - por Mestre Céleus (Antares)


A Reprogramação da Mente

Levaremos algumas palavras sobre reprogramação da mente, a fim de que esta se torne um instrumento aliado de movimentação do destino da criatura, servindo de importante fonte de troca de sugestões, de vibrações que serão assimiladas pelo Poder Criativo cósmico no qual estamos envolvidos, convertendo-se em realidade concreta em nossas vidas.
A reprogramação mental é, como sabem, uma prática simples, que no entanto requer perseverança e ação contínua de emocionalizacão dos nossos pensamentos.

Não se trata de uma repetição mecanizada das questões que desejamos transformar ou desenvolver em nosso Eu.
A repetição combinada à emoção é o modo eficaz e lúdico de chegarmos à sugestão segura de nossa mente.

É através da sugestão da mente que o indivíduo pratica o ser criativo que transpõe os sentidos físicos e abre as portas do seu Eu vibracional, gerando com isto a movimentação sutil capaz de atrair para a sua realidade os caminhos traçados por sua vontade.

Quando em estado puramente consciencial, o ser pratica este dom de modo muito mais pleno, precipitando, plasmando as suas emoções tão naturalmente quanto seria para vocês difícil supor que este processo seja real.

Em estado ativo mental, como estão enquanto encarnados, soma-se o processo sugestivo contínuo da mente sobre a realidade vibracional que está permanentemente movimentando a dinâmica cósmica de ação e reação, trocando desta forma, as liberações mentais do indivíduo, por concretizações apropriadas ao teor destes impulsos lançados ao meio cósmico.

Vivemos em “sincronicidade cósmica”, ou seja, estamos permanentemente atraindo para nós, nos volvendo do mesmo teor sugerido e emanado por nossa mente.
Se estamos pensando em algo positivo, estabeleceremos imediatamente pontes de sintonia com vibrações da mesma matriz.
É a Lei de Atração dos Símiles, positivo atraindo positivo e negativo atraindo o negativo.
Diante deste fato incontestável pela vida, é preciso estar permanentemente atentos ao teor dos nossos pensamentos, que são impulsos somando-se em movimento constante, criando campos de energia que ativam energias cósmicas nas quais estamos mergulhados, similares ao seu conteúdo “emocional”, posto que todo pensamento carrega em si uma emoção.

A liberdade do pensamento é mais uma divina presença em nosso ser.
Tudo pode nos ser confiscado, menos a liberdade do pensamento e da nossa emoção.
Movimentamos o nosso pensamento em acordo com as inúmeras impressões sedimentadas em nossa mente, não só desta vida, mas das sucessivas encarnações gravadas em nosso inconsciente imortal.
Estas impressões trabalham ininterruptamente na construção dos nossos sentimentos, sensações, sugerindo formas de comportamento, de reações em acordo com a lógica da mente, procurando sempre manter a integridade do ego.
Não iremos nos deter a estes aspectos psicológicos de estruturação da individualidade. Comentamos o que acreditamos necessário à compreensão deste processo de reprogramação mental.
Quantos de nós possuímos o controle sobre as vibrações, sobre a energia que trocamos com o cosmo através de um simples pensamento?
É preciso tomar consciência deste movimento contínuo de vibrações que estamos ininterruptamente vivenciando.
Assim sendo, somos responsáveis diretos pelos caminhos que viremos a percorrer, através de nossas escolhas que carregam em si o pensamento emocionalizado que as sacramentou
.

Estamos, diante deste Poder que nos foi concedido, vivendo aparte de sua real força criativa.

As mentes estão habitualmente divagantes, sem qualquer controle ou direcionamento.
Turbilhão de informações chegam e se agrupam dentro de uma mente confusa, errante e sem atenção, devaneia em algum tempo pretérito ou se projeta num futuro insondável por nossa mente sedenta de controle sobre o amanhã, que está em poder do destino subjetivamente mantido silencioso no secreto de nossas almas.

E esta é a proposta da reprogramação da mente.
É organizar, somar padrões de atitudes positivas que inicialmente servirão como neutralizadores dos pensamentos sombrios e posteriormente irão preenchendo os sulcos da mente com comandos virtuosos que serão absorvidos e integrados à sua criativa função.
O processo é simples, mas requer perseverança, como coadjuvante a toda proposta de transformação.
Tanto mais eficaz será a reestruturação da mente, quanto maior for a emoção com a qual movimentarmos as palavras que emitirmos, preferencialmente, em alta voz.
Maior será a eficácia deste processo, quanto mais sentidos estiverem envolvidos nesta reprogramação.
Assim sendo, ler em voz alta, ou mentalizar as palavras escritas em letras de luz e lê-las, soprando suas vibrações para o campo vibracional que nos cerca, também é método de muita eficácia.
Acrescentar a escrita, pela qual vamos materializando o nosso pensamento, enquanto simultaneamente lemos e sentimos a vibração daquelas palavras, também é meio eficaz que soma mais concentração ao momento.
Cada ser deve descobrir a melhor forma de vivenciar este processo de reformulação dos seus padrões mentais.

Sugiro inicialmente uma pausa para analisarem os seus pensamentos e sensações viciosos e de baixa vibração, para descobrirem o que necessita ser primordialmente corrigido.

Após esta reflexão, para concluirmos a nossa conversa, gostaria de sugeri-los algumas verbalizações. No entanto, cada indivíduo deve construir as suas próprias orações, sempre ao som de palavras positivas, evitando negar o que desejam alterar em si, mas sim afirmando o que desejam alcançar.
Vamos exemplificar: desejo programar a minha mente para ser pacífico, para superar a agressividade que sei nociva para mim e para os que me cercam. Construo uma oração de reprogramação que conterá as palavras “pacífico”, “calmo”, “sereno”, como:

“Sou ser capaz de ter controle sobre as minhas tendências.
Sou criatura modificada; sou ser pacífico, calmo.
Sou compreensivo e pronto para dar e receber amor.”

Estas afirmações deverão ser realizadas conforme a disponibilidade de tempo de cada um, mas será tanto mais eficaz quanto maior for o “apelo”emocionalizado sobre a mente

Concluiremos então a nossa mensagem, sugerindo alguns tipos de verbalização, concentrando a nossa repetição cotidiana nas palavras chamadas “mestras vibracionais”, posto que são palavras eficazes na movimentação dos padrões mentais arraigados e destrutivos de nossa mente.

São palavras chaves, que emocionalizadas detém um grande Poder conversor da negatividade.
Vamos listar apenas alguns exemplos:
-Poder -merecimento -liberdade -coragem -cura
-seguro -determinação -certeza -beleza
-sou -capaz -luz -prosperidade
Abusem das palavras que cedem vibrações de alta freqüência, como: Amor, Paz, Saúde, Vitória, Harmonia...

Dependendo da sugestão que desejamos imprimir em nossa mente, comporemos uma oração específica, que deverá conter as palavras chaves, emocionalizadas, a serem proferidas todos os dias, tantas vezes quantas forem possíveis.

Daremos exemplo de verbalização para a Saúde.

“Tenho o Poder da cura.
Tudo está perfeito no meu corpo.
A Luz Divina que sou toma o controle de todas as minhas funções orgânicas.
Sou manifestação consciente da Luz que habita em mim.
Sou Paz, sou Amor, sou segura em meu caminho de prosperidade e por ele me movimento na certeza de que tudo está sustentado pelas mãos de Deus.”

Para os irmãos que sofrem de falta de confiança em seu potencial, de perda de amor por si próprio, sugerimos:

“Sou ser único.
Sou ser divino, capaz de realizar os sonhos que vibram em minha alma.
Sou Luz, sou Beleza, sou rico(a) em Amor.
Mereço toda a prosperidade, a saúde, a liberdade de amar e ser amado.
Sou seguro(a) do meu poder de realização.
Vivo no aqui e no agora, como presença de Amor e de Luz.”

E assim poderemos construir as mais diversas sentenças, conforme a prioridade específica de cada ser.
Há afirmações abrangentes, que buscam englobar todas as necessidades do Eu, restabelecendo diariamente as tendências positivas de nossa mente.
Troquemos algumas palavras neste sentido:

“Sou Luz capaz de sintonizar todas as vibrações positivas do Universo, para viver em Harmonia, em Prosperidade, em Amor e em Paz.
Estou sempre vibrando no Poder cósmico que realiza os meus sonhos.
Minha mente esta dourada pela Luz que há no meu destino.
Todos os dias são presentes da vida, para os quais eu cedo o meu melhor, certo de que também receberei o melhor da vida em Amor, Saúde, em vitórias seguras dos propósitos da minha existência.”

Enquanto repetem estas palavras, vibrem cada uma delas em seu coração.

Luz é claridade, é ampla visão da realidade – imaginem-se sóis volvendo de Luz a realidade, os problemas, os desafios, transpondo-os, e assim por diante.

A reprogramação mental é como uma técnica de persuasão. Muitas verbalizações serão necessárias para que a mente se oriente por esta nova sugestão e vá, aos poucos, transpondo os limites dos seus antigos padrões de pensamento.
Será, inicialmente, uma verdadeira guerra de Poder.
A mente acostumada a pensar negativamente, por ex., trará a tona conteúdos que nos impressionem contrariamente ao que estamos verbalizando em nossas repetições.
Não raramente, ao 1º sinal de mudança de certos padrões, a mente condicionada ao tempo das vibrações negativas, reproduz situações que buscam anular o movimento transformador de nossos pensamentos.
Apenas o tempo e a perseverança poderão sedimentar a níveis mais profundos do Eu, este novo modo de interação com a vida, tanto a interior quanto a que nos cerca externamente.

O que são os nossos pensamentos senão uma silenciosa voz a interagir continuamente com a realidade subjetiva e objetiva com a qual alimentamos a nossa mente?
Resta apenas saber se estamos realmente dispostos a dominar os pensamentos que hoje reconhecemos infrutíferos e a transpor as barreiras do condicionamento sobre o qual viciosamente construímos a nossa realidade dentro das contenções do medo, dos sentimentos de incapacidade, de insegurança, de perda.
Resta perguntarmos a nós mesmos se estamos dispostos a criar uma nova referência de troca com as vibrações que estão disponíveis para desenvolvermos o nosso destino em acordo com as coordenadas que lançamos em forma de impulsos-pensamento para esta mina cósmica de realização da nossa vida, chamada Poder Criativo.

Para superar vícios de qualquer natureza, é preciso VONTADE, DETERMINACAO e reativação da segurança em nós mesmos, de que somos capazes de, pela perseverança, transformarmos, movimentarmos o céu até nós, para que este nos pertença como filhos de Deus que somos.

Suas almas vivem tempo previsto na Terra, a praticar o ser material que será resgatado para o solo da conversão, e dele restará a ínfima parte transformada, do que um dia neste plano aparentaram ser.
Mas seus espíritos permanecem eternos, cercados da Luz que se derem a expandir através de suas evoluções.
É por esta causa que cumprem os seus destinos, nenhuma outra. Tudo o mais é ilusão, é engano, é busca inútil da felicidade.

Direcionem suas vidas para o céu que verão o mundo se abrir em inúmeras oportunidades de prosperidade e felicidade.
O que significa dirigir suas vidas para o céu?
Significa priorizar os conceitos da Luz, de Amor e Fraternidade e viverem em acordo com estas propostas; é saírem de sua própria intimidade e procurarem o trabalho solidário vivenciado da forma que estiver ao seu alcance; é trocar velas de chama trêmula por atitudes que gerem uma chama estável e radiosa; é ter condutas que os projetem para sintonias superiores, positivas e amorosas.

Por fim, cedo uma última palavra de Mestre antariano, sobre a elevação das mentes:

“A mente humana é o reflexo de sua pretensão de alcançar o poder contido no seu desvirtuado ego.
Poder pretenso, porque não há Poder sem Luz.

O processo de libertação está assim, totalmente vinculado ao despertar da consciência, que começa a reconhecer o verdadeiro Poder que sustenta a sua vida, e procura dominar os seus instintos egóicos, para movimentar o seu destino dentro de novos propósitos de liberdade e comunhão.

Veleiros só podem transpor o mar se houver vento que sopre em suas velas. Estas, as velas, de nada adiantam sem a forca, a energia do vento tocando-as. Da mesma forma, o vento sem velas será presença inútil para o veleiro movimentar.
Assim é o despertar da consciência. Içamos as velas de nosso barco, mas é preciso que o vento constante da ação realize o movimento dos seus conteúdos.
Que as velas de suas consciências estejam elevadas ao tamanho de suas sedes de Luz.
Estejam certos que os ventos presentes por suas ações será celestialmente protegido e ampliado pelo amparo superior, somando forças e buscando orientá-lo para o seguro movimento de seus ideais de amor e liberdade.”
M. Céleus

A Vida é curta - de Stela lecocq, do Blog "De coração a Coração"

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Constelação de Orion - para quem gosta de conhecer um pouquinho do céu...


Conta-nos a mitologia grega que Órion era um gigante caçador, filho de Netuno e favorito de Diana, com quem quase se casou. O irmão de Diana, Apolo, por sua vez, se aborrecia com tal aproximação entre os dois, chegando a censurar diversas vezes sem nunca obter resultado. Certo dia Apolo teve a oportunidade de se ver livre de seus aborrecimentos: percebendo que Órion vadeava pelo mar apenas com a cabeça fora d’água desafiou sua irmã, outra exímia caçadora, a acertar o alvo que distante se movia. Impecável em sua pontaria ela atingiu em cheio seu amado, cujo corpo já moribundo foi conduzido à praia pelas ondas do mar. Percebendo a fatalidade que havia cometido, Diana, em meio às lágrimas, colocou Órion entre as estrelas: o gigante trajado com um cinto, uma pele de leão, armado de uma espada e de sua clava, acompanhado por Sírius, seu cão e com as Plêiades fugindo do caçador.
As Plêiades eram ninfas do séqüito de Diana por quem Órion se apaixonou e perseguiu. Elas, desesperadas, só conseguiram escapar graças a Júpiter, que as transformou em pombas e então numa constelação do céu. Embora as Plêiades fossem sete, somente seis estrelas são visíveis no céu – nos conta a lenda que Electra não conseguiu suportar a dor de ver a cidade de Tróia, que fora fundado por seu filho, cair em ruínas e abandonou seu lugar. Suas irmãs se empalideceram diante de tal visão.
Você possivelmente já conhece a constelação de Órion, ou pelo menos parte dela. Aquele conjunto de três estrelas popularmente chamadas pelos brasileiros de “Três Marias” nada mais é que o centro da constelação – representa o cinturão do gigante (vide figura acima). Sabendo encontrá-las, encontra-se a constelação completa facilmente. Nesse mês de dezembro procure por Órion após o anoitecer no Leste. O sol estará se pondo e do outro lado veremos Órion nascer.
Veja o mapa a seguir (acima). Ele representa a porção leste do céu logo após o crepúsculo. A constelação de Órion está destacada na figura – perceba como é fácil identificar o padrão após encontrarmos as Três Marias. Elas estão envolvidas por um trapézio formado por quatro estrelas de primeira magnitude: Alfa de Órion (Betelgeuse), de coloração mais avermelhada, representa o ombro direito de Órion, temos em seguida Gama de Órion (Bellatrix) como o ombro esquerdo, Kapa de Órion (Saiph) é o joelho. A última estrela do trapézio é justamente a que está oposta a Betelgeuse – Beta de Órion (Rigel), uma estrela que também se destaca, representando o pé direito de Órion.
Betelgeuse é uma das estrelas mais brilhantes, cujo diâmetro chega a ser 250 vezes maior que o do Sol. Como toda gigante sua atmosfera é bastante difusa, com densidade muito menor que a de nossa atmosfera. Sua distância até nós é de aproximadamente 200 anos-luz. Observe a figura abaixo da constelação de Órion, com destaque para Betelgeuse, prestando atenção especial nas escalas. Perceba a difusividade de sua atmosfera.
Texto extraído do site : http://www.observatório.ufmg.br/ .

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Mensagem de Mestre Conscius em power point (pps)


PPS com trechos de mensagem de Mestre Conscius, ilustrada com fotos do Universo obtidas pelo telescópio Hubble . Para acessar basta clicar no link abaixo. Esperamos que mergulhem conosco neste maravilhoso mundo de mistérios...

http://www.4shared.com/file/64517171/aa24e33d/mens_com_galxias.html

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Hinduísmo

O hinduísmo é uma tradição religiosa que se originou no subcontinente indiano.
O hinduísmo é frequentemente chamado de Sanātana Dharma (सनातन धर्म) por seus praticantes, uma frase em sânscrito que significa "a eterna dharma (lei).
Num sentido mais abrangente, o hinduísmo abrange o
bramanismo, a crença na "Alma Universal", Brâman; num sentido mais específico, o termo se refere ao mundo cultural e religioso, ordenado por castas, da Índia pós-budista.[3] Entre as suas raízes está a religião védica da Idade do Ferro na Índia.
O hinduísmo é citado frequentemente como a "mais antiga tradição religiosa" dentre os principais grupos religiosos do mundo, ou como a "mais antiga das principais tradições existentes". É formado por diferentes tradições e composto por diversos tipos, e não possui um fundador. Estes tipos, sub-tradições e denominações, quando somadas, fazem do hinduísmo a terceira maior religião, depois do cristianismo e do islamismo, com aproximadamente um bilhão de fiéis, dos quais cerca de 905 milhões vivem na Índia e no Nepal.[10] Outros países com populações significantes de hinduístas são Bangladesh, Sri Lanka, Paquistão, Malásia, Singapura, ilhas Maurício, Fiji, Suriname, Guiana, Trinidad e Tobago, Reino Unido, Canadá e Estados Unidos.


Os hindus acreditam num espírito supremo cósmico, que é adorado de muitas formas, representado por divindades individuais. O hinduísmo é centrado sobre uma variedade de práticas que são vistos como meios de ajudar o indivíduo a experimentar a divindade que está em todas as partes, e realizar a verdadeira natureza de seu Ser.
A
teologia hinduísta se fundamenta no culto aos avatares (manifestações corporais) da divindade suprema, Brâman. Particular destaque é dado à Trimurti - uma trindade constituída por Brama (Brahma), Xiva (Shiva) e Vixnu (Vishnu). Tradicionalmente o culto direto aos membros da Trimurti é relativamente raro - em vez disso, costumam-se cultuar avatares mais específicos e mais próximos da realidade cultural e psicológica dos praticantes, como por exemplo Críxena (Krishna), avatar de Vixnu e personagem central do Bagavadguitá.

O Caminho eterno
Mandala de Vixnu, divindade do hinduísmo.
"O caminho eterno" (em
sânscrito सनातन धर्म, Sanātana Dharma), ou a "Filosofia perene/Harmonia/Fé", é o nome que tem sido usado para representar o Hinduísmo desde a antiguidade. De acordo com os Hindus, transmite a idéia de que certos princípios espirituais são intrínsecamente verdadeiros e eternos, transcendendo as ações humanas, representando uma ciência pura da consciência. Mas essa consciência não é meramente aquela do corpo, da mente ou do intelecto, mas a de um estado de espírito supramental que existe dentro e além de nossa existência, o imaculado Ser de tudo. A religião dos Hindus é a busca inata pelo divino dentro do Ser, a busca por encontrar a Verdade que nunca foi perdida de fato. Verdade buscada com fé que poderá tornar-se reconfortante luminosidade independente da raça ou do credo professado. Na verdade, toda forma de existência, dos vegetais e animais até o homem, são sujeitos e objetos do eterno Dharma. Essa fé inata, então, é também conhecida por Arya/Dharma Nobre, Veda/Dharma do Conhecimento, Yoga/Dharma da União, e Dharma Hindu ou simplesmente Dharma.
O que pode ser compreendido como uma crença comum a todos os hindus são o Dharma, a
reencarnação, o karma, e a moksha (liberação) de cada alma através de variadas ações de cunho moral e da meditação yoga. Entre os princípios fundamentais incluem-se ainda o ahimsa (não-violência), com a primazia do Guru, a palavra divina Aum e o poder do mantra, amor à verdade em muitas manifestações como Deus e Deusas, e a compreensão de que a chama divina essencial (Atman/Brahman) está presente em cada ser humano e em todas as criaturas viventes, que podem chegar por diversas sendas à Verdade Una.

Ioga
Um dos pontos de vista (darshanas) do hinduísmo é a
ioga (yoga), que significa "união", no sentido de "integração". Trata-se de uma filosofia prática surgida há mais de 5.000 anos,[carece de fontes?] e os Upanixades são o mais antigo registro escrito desta cultura.
No
século III a.C. a ioga foi clássificado por Patandjali, em sua célebre obra Yoga Sutra.

Os quatro objetivos na vida do hindu
Outro maior aspecto do Dharma Hindu que é uma prática comum de todos os Hindus é o purushartha, ou "quatro objetivos da vida". Eles são kama, artha, dharma e moksha. É dito que todos os homens seguem o
kama (prazer, físico ou emocional) e artha (poder, fama e riqueza), mas brevemente, com maturidade, eles aprendem a controlar estes desejos, com o dharma, ou a harmonia moral presente em toda a natureza. O objetivo maior é infinito, cujo resultado é a absoluta felicidade, moksha, ou liberação (também conhecida como Mukti, Samadhi, Nirvana, etc.) do Samsara, o ciclo da vida, morte, e da existência dual.

Os quatro estágios da vida humana
A vida humana também é vista como quatro
Ashramas ("fases"ou “estágios"). Eles são Brahmacharya, Grihasthya, Vanaprastha e Sanyasa. O primeiro quarto da vida, brahmacharya (literalmente "pastar em Brahma") é passado em celibato, sobriedade e pura contemplação dos segredos da vida sob os cuidados de um Guru, solidificando o corpo e a mente para as responsabilidades da vida. Grihastya é o estágio do chefe de família, alternativamente conhecido como Samsara, no qual o indivíduo se casa para satisfazer kama e artha na vida conjugal e em uma carreira profissional. Vanaprastha é o gradual desapego do mundo material, ostensivamente entregando seus deveres aos filhos e filhas, e passando mais tempo em contemplação da verdade, e em peregrinações santas. Finalmente, no Sanyasa, o indivíduo vai para reclusão, geralmente em uma floresta, para encontrar Deus através da meditação Yogica e pacificamente libertar-se de seu corpo para uma próxima vida.

Extraído da Wikipédia